Sentado na poltrona de
sempre, lá estava ele de novo em seu refúgio. Óculos sobre o
nariz, pernas cruzadas e um velho livro repousando aberto sobre suas
mãos. Os olhos acompanhavam as palavras nervosamente enquanto a mão
direita virava a página quando necessário. Dessa forma o tempo
passava, até o sono aparecer de mansinho e oscilar entre a história
e o sonho. Adormeceu...